Durante a conferência realizada na segunda-feira, em Luanda, sobre actualização dos dados da pandemia, a ministra anunciou que já morreram dois profissionais da Saúde por problemas associados à Covid-19 e que se recusaram a apanhar a vacina.
Sílvia Lutucuta admitiu que o número de novas infecções tem vindo a aumentar, o que obriga ao reforço das medidas de prevenção para evitar uma segunda vaga.
Reforçou que o Governo não quer perder a batalha contra a Covid-19, mas admitiu que se as medidas de biossegurança forem ignoradas, "estaremos férteis para uma nova vaga de contaminação", principalmente com esta nova variante.
A ministra lembrou que o Plano de Vacinação prevê, numa primeira fase, vacinar as pessoas expostas, nome-adamente, profissionais da Saúde, professores, membros dos Órgãos de Defesa e Segurança Pública e pessoas acima de 65 anos com cormobilidades.
A Comissão Multissectorial, disse, está a fazer uma forte campanha de persuasão aos profissionais de Saúde, para evitar mais mortes por causa da falta de vacinação, sublinhando a necessidade de "salvaguardar a vida dos profissionais para se ter uma linha da frente saudável". "Não queremos estar numa situação de descontrolo. Pedimos o apoio da Comunicação Social, para mostrar que temos informado com verdade, sem esconder os benefícios da vacina", referiu.
Acrescentou que os "benefícios da vacina foram bem estudados", exemplificando que devido à campanha de inoculação, a Inglaterra teve uma redução de 80 por cento das infecções e a mortalidade por Covid-19 nos profissionais da Saúde está com a taxa zero.
"Se os profissionais que trabalham nos hospitais e pediatrias estiverem infectados, podem infectar os doentes e colegas, e a situação torna-se difícil de controlar", enfatizou.
Manter a prevenção
Alertou que as pessoas, mesmo vacinadas com a primeira dose, devem continuar a cumprir as medidas de prevenção. "Algumas pessoas pensam que depois de apanhar a primeira dose de vacina não precisam mais de usar máscara, o que não é verdade", disse, realçando que "todos devem continuar a se prevenir e estarem atentos com a data da próxima vacinação, para garantir a imunidade plena".
"Nenhum pai gostaria de ver o filho infectado pelo professor, por isso, todos profissionais da linha da frente devem ser vacinados, para muitas famílias estarem protegidas da doença", disse.
A ministra esclareceu que os 64 casos da nova variante inglesa registados em Luanda foram detectados no Laboratório de Viana e desmentiu a existência de uma estirpe angolana.
Sílvia Lutucuta admitiu que, em função do surgimento da variante inglesa no país, a Comissão Multissectorial está a fazer uma avaliação da situação epidemiológica para definir novas medidas no âmbito do Estado de Calamidade Pública.
A ministra lembrou que a variante inglesa tem uma letalidade alta. "Gostaríamos que as pessoas continuassem a cumprir as medidas de prevenção, porque é importante o uso obrigatório da máscara, mas muitos têm saído à rua sem protecção", disse a ministra da Saúde.
Sílvia Lutucuta admitiu que o número de novas infecções tem vindo a aumentar, o que obriga ao reforço das medidas de prevenção para evitar uma segunda vaga.
Reforçou que o Governo não quer perder a batalha contra a Covid-19, mas admitiu que se as medidas de biossegurança forem ignoradas, "estaremos férteis para uma nova vaga de contaminação", principalmente com esta nova variante.
A ministra lembrou que o Plano de Vacinação prevê, numa primeira fase, vacinar as pessoas expostas, nome-adamente, profissionais da Saúde, professores, membros dos Órgãos de Defesa e Segurança Pública e pessoas acima de 65 anos com cormobilidades.
A Comissão Multissectorial, disse, está a fazer uma forte campanha de persuasão aos profissionais de Saúde, para evitar mais mortes por causa da falta de vacinação, sublinhando a necessidade de "salvaguardar a vida dos profissionais para se ter uma linha da frente saudável". "Não queremos estar numa situação de descontrolo. Pedimos o apoio da Comunicação Social, para mostrar que temos informado com verdade, sem esconder os benefícios da vacina", referiu.
Acrescentou que os "benefícios da vacina foram bem estudados", exemplificando que devido à campanha de inoculação, a Inglaterra teve uma redução de 80 por cento das infecções e a mortalidade por Covid-19 nos profissionais da Saúde está com a taxa zero.
"Se os profissionais que trabalham nos hospitais e pediatrias estiverem infectados, podem infectar os doentes e colegas, e a situação torna-se difícil de controlar", enfatizou.
Manter a prevenção
Alertou que as pessoas, mesmo vacinadas com a primeira dose, devem continuar a cumprir as medidas de prevenção. "Algumas pessoas pensam que depois de apanhar a primeira dose de vacina não precisam mais de usar máscara, o que não é verdade", disse, realçando que "todos devem continuar a se prevenir e estarem atentos com a data da próxima vacinação, para garantir a imunidade plena".
"Nenhum pai gostaria de ver o filho infectado pelo professor, por isso, todos profissionais da linha da frente devem ser vacinados, para muitas famílias estarem protegidas da doença", disse.
A ministra esclareceu que os 64 casos da nova variante inglesa registados em Luanda foram detectados no Laboratório de Viana e desmentiu a existência de uma estirpe angolana.
Sílvia Lutucuta admitiu que, em função do surgimento da variante inglesa no país, a Comissão Multissectorial está a fazer uma avaliação da situação epidemiológica para definir novas medidas no âmbito do Estado de Calamidade Pública.
A ministra lembrou que a variante inglesa tem uma letalidade alta. "Gostaríamos que as pessoas continuassem a cumprir as medidas de prevenção, porque é importante o uso obrigatório da máscara, mas muitos têm saído à rua sem protecção", disse a ministra da Saúde.





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